sexta-feira, 5 de março de 2010

Tome conta da saúde nas enchentes

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Por Átila Santos

A algum tempo não damos dicas sobre saúde aqui no MD, mas a duas semanas minha querida cidade vive em baixo d’água.

Ruas e avenidas alagadas até os joelhos, em alguns lugares passando da cintura, com isso, o risco de contágio de alguma doença em relação a essas enchentes é muito grande e ameaçador.

Os primeiros meses, que são tradicionais nas chuvas, nem deram as caras, mas agora em março março as chuvas fortes vieram e vêm causando estragos e prejuízos (vide a loja da minha esposa) tanto para o governo como para a população.

Se já não bastassem todos os transtornos que uma enchente traz, há ainda, após o recuo das águas, o alto risco de contaminação, que expõe a população a inúmeras doenças e ao aumento na incidência de acidentes como afogamentos, lesões corporais e choques elétricos.

Há também um aumento na proliferação dos vetores de doenças, como ratos e mosquitos, e de picadas de animais peçonhentos, como aranhas, escorpiões e cobras.

A maioria das doenças ocorre devido à ingestão de água contaminada ou pelo simples contato com essa água nas cheias. Entre as principais doenças, temos a LEPTOSPIROSE que transmitida principalmente pela urina de ratos. A bactéria se reproduz na água e em solos úmidos e penetra na pele e nas mucosas dos seres humanos quando estes entram em contato com a água ou com a lama das enchentes. Tendo como sintomas febre, náuseas, diarréia, dores musculares e de cabeça (muito parecidos com os da dengue), podendo se tornar uma infecção grave se atingir os rins, o fígado e o baço, podendo ser fatal em alguns casos e outras como as HEPATITES A e E, FEBRE TIFÓIDE, CÓLERA e DENGUE.

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Infográfico sobre a leptospirose

Embora a leptospirose seja a doença mais comum de acontecer durante e logo após as enchentes, não esqueça que existem outras enfermidades que também merecem cuidados como é o caso da Salmonelose, cujos sintomas são: Fortes dores abdominais e intensa diarréia.

Como não existem receitas mágicas que possam curar estes males é preciso buscar atendimento médico com urgência, pois como conseqüência pode acontecer uma desidratação que muitas vezes pode até ser fatal. Agentes de saúde têm como obrigação alertar para os riscos de contaminação durante as enchentes, porém cabe também ao cidadão levar ao órgão publico a comunicação sempre que houver regiões com alagamentos constantes em que aparecem ratos, pois estas atitudes permitem fazer um mapeamento das zonas de alagamentos e providenciar de maneira sistemática o controle e ratos para evitar que possam ocorrer casos de leptospirose. Apesar de tudo, o melhor caminho é evitar o contato direto com as águas de zonas alagadas.

Então, evite ter contato com água e lama contaminadas das ruas e nunca consumir água ou alimentos que tiveram contato com a enchente.

É isso ai…

Sempre Alerta para Servir! Maranatha!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Onde foi parar toda a tradição?

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Por Átila Santos

A UEB – União dos Escoteiros do Brasil é uma das mais antigas instituições do movimento, completando este ano 86 anos de existência.

Desde pequeno, sempre tive os escoteiros como referência em matéria de tradição e respeito aos seus símbolos, equiparados as forças armadas.

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Antiga logo da UEB – União dos Escoteiros do Brasil

A flor de lis dourada com o escudo do cruzeiro do sul no centro e o listel que relembra seus ideais, sempre me aflorou a mente ao falar escoteiros do Brasil, mas isso está com os dias contados.

Após mais de 1 ano de trabalhos da CNIC - Comissão Nacional de Imagem e Comunicação, foi criada uma nova marca para a União dos Escoteiros do Brasil, a qual foi aprovada pelo CAN - Conselho de Administração Nacional no dia 27 de fevereiro deste ano, ignorando totalmente a tradição de 86 anos da marca antiga. Clique AQUI ou na imagem a baixo e leia o comunicado da UEB.

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Nova logo da UEB – União dos Escoteiros do Brasil

Como diretor de arte, aplaudo de pé a CNIC pelo trabalho primoroso que ficou a nova logo, mas “onde está toda a tradição dos escoteiros do Brasil?” Na verdade o problema não é o resultado final, mas sim o processo de modificação.

Há alguns anos, uma empresa prestadora de serviços públicos do Rio de Janeiro passou por um processo de reestruturação de sua identidade visual - a Light, responsável pela distribuição de energia elétrica.

A história da marca da Light é bem antiga. Tendo seu desenho original criado por Aloísio Magalhães, talvez o designer mais importante da história do design brasileiro.

A marca foi escolhida em um concurso com alguns dos designers mais destacados da época: Rubens Martins, Alexandre Wollner, Aloísio Magalhães, Goebel Weyne, Ludovico Martino e Lucio Grinover.

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Projeto de Aloísio Magalhães de 1966

Em 1966, o trabalho de Aloísio Magalhães foi dado como vencedor do concurso para a identidade visual da Light. A letra L dá origem a um raio, energia pura. A simplicidade, genialidade e capacidade de síntese de um mestre são muito bem representadas nesse trabalho.

O trabalho vencedor, de Aloísio Magalhães, foi tão forte que garantiu sua permanência mesmo quando a empresa foi comprada por um grupo privado estrangeiro, em 1996, 30 anos depois. Naquele momento, a empresa sentiu necessidade de marcar a mudança de paradigma com nova identidade visual, resolveu realizar um novo concurso fechado com designers, tendo como vencedor o escritório de Evelyn Grumach, EG Design.

O processo de mudança foi mais bem estruturado. A Light teve a preocupação de checar o valor de sua marca antiga.

Uma pesquisa demonstrou que 94% da população identificava o símbolo criado por Aloísio como sendo a marca da Light.

Se inicialmente pretendiam usar a identidade da empresa estrangeira, sepultando completamente a identidade antiga da Light, o resultado da pesquisa deixou claro que não seria interessante desprezar essa pregnância. Partiram para uma reformulação, e não uma nova marca.

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Marca da Light reformulada pela EG Design

O trabalho de reformulação da identidade visual da Light, feito pelo escritório EG Design, manteve os traços fundamentais da identidade feita anteriormente por Aloísio, mas sem dúvida marcou a nova fase da empresa.

O resultado foi uma incrível revitalização que manteve relação com a marca antiga. O projeto abrangeu inclusive o desdobramento da marca em submarcas, parte do processo de “desverticalização” da empresa.

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O contraste entre o caso da Light e da UEB mostra a complexidade e importância de um projeto de identidade visual. É uma temeridade (ou ainda, uma irresponsabilidade) que uma instituição de tanta tradição como a UEB tenha desprezado a opinião de seus membros frente a sua identificação como escoteiros.

Agora só tem uma solução, fazer como o público fez com o suco Tropicana (cliquem e leiam a notícia do INÍCIO e o FINAL e na MÍDIA)

É isso ai pessoal…

Sempre Alerta para Servir! Maranatha!

(parte do artigo via Feira Moderna)

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Resultados da Pesquisa MD

Por Átila Santos

Como vocês bem se lembram, realizamos uma pequena pesquisa aqui no MD, para sabermos melhor o perfil das pessoas que nos lêem.

Tivemos exatas 42 participações, o que é mais ou menos proporcional às pesquisa feitas por empresas do gênero (e representa mais ou menos 7% do nosso público diário), o que nos deixou extremamente felizes. Como prometemos, abaixo estão os resultados:

A primeira constatação que fizemos foi quanto a mulherada, que consiste em 21,4% do nosso público leitor, o que está acima de muito blog por aí). Os homens, realmente a grande maioria dos leitores de blogs similares ao nosso, representam 78,6%.

Descobrimos também que São Paulo responde por 42% da nossa audiência, enquanto o Paraná e o Rio Grande do Sul vem em segundo lugar com 7,14%. Logo depois veem Minas Gerais, Pará e Rio Grande do Norte com 4,76% e o restante da galera os seguem com 2,38%.

E sim, um leitor do Acre respondeu a nossa pesquisa. E 1% dos nossos leitores moram fora do Brasil.

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A faixa etária ficou dentro do que nós esperávamos. 30,95% dos nossos leitores têm entre 18 e 24 anos e o mais interessante é que 21,42% são leitores com mais de 40 anos. O resto vocês vêem acima

O movimento a qual pertence a maioria dos leitores nos supreendeu, mesmo o blog tendo este nome. Com 88% os desbravadores disparam na frente, penso eu que pela escassez de materiais específicos para desbravadores e que os escoteiros estão recheados essa busca é incrível por parte dos trinângulos vermelhos.

Um outro detalhe é que 4,7% fazem parte da UEB, mostrando que a força continua grande.

A maior parte dos leitores são de veteranos nos movimentos, onde a faixa de 11 à 15 anos de participação fica com 30,95%, sendo que 85,7% de toda essa galera está na ativa em seus clubes e grupos. Isso mostra que a busca pelo conhecimento continua crescente no meio.

Ficamos abismados com o tempo que nossos leitores ficam online. 35,71% deles passam entre 2 e 3 horas online, sendo seguidos de perto pela galera que fica mais de 5 horas 30,95% .

Também descobrimos que estamos muito bem tagados nos sites de pesquisa com 45,2%, onde destacamos deste total 26,19% com feitas no grande oráculo. 26,19% dos nossos leitores nos conheceram através de links no orkut. E o antigo, e sempre eficiente, boca a boca foi responsável por 11,9% da chegada dos nossos queridos leitores ao nosso blog. O link em publicações, como nos manuais das classes dos desbravadores que publicamos aqui, foi responsável por 9,5%, seguidos pela boa e velha parceria com 7,4%.

A banda de internet de nossos leitores também nos alegrou (afinal, não somos famosos pelo fator otimização). Simplesmente 38% dos que nos lêem, possuem mais de 1Mb. Apenas 4,76% possuem a conexão   discada.

Para fechar, ficamos sabendo através da pesquisa que, 33% dos nossos leitores possuem blogs (o que aumenta nosso poder de influência, rsrs). Como última informação, ficamos sabendo que 7% nos lêem via feed.

Podem ter certeza de que foram informações muito úteis, que nos ajudarão muito daqui para frente.

Mais uma vez, muito obrigado a quem respondeu!

sábado, 27 de fevereiro de 2010

O Código de Gilwell

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Por Átila Santos

Está começando em muitos lugares a época dos cursos, como (para desbravadores) TBD – Treinamento Básico de Diretoria, Curso de Líder, Curso de Líder Master, Curso Integrado de Unidade, (para escoteiros e dirigentes) Curso Básico Escotista, Curso Técnico, Curso Preliminar, Curso Avançado Escotista entre outros.

Como sou instrutor de cursos de liderança, a algum tempo ouço muitos conselhos sobre as relações que devem existir entre os instrutores do curso e os seus participantes. Enão Pesquisando alguns materiais para o MD e fuçando alguns sites, encontrei um incrível texto escrito por John Thurman, um notável escoteiro britânico, ganhador do Lobo de Bronze em 1959 e chefe do Campo de Gilwell entre 1943 e 1969, o qual ele cria “O Código de Gilwell”.


Hohn Thurman, chefe do Campo de Gilwell entre 1943 e 1969

Estas linhas se referem, fundamentalmente, às relações que devem existir entre os formadores e os participantes nos cursos. Os pontos não estão por ordem de importância, todos eles são importantes e tem em si o mesmo valor.

-I-

Oferecer uma verdadeira “AMIZADE” a todos os dirigentes que vem adestrar-se. Nós vamos passar para eles a experiência que temos acumulada ao longo de nossa vida escoteira. A amizade é também confiança, é acreditar que são tão capazes como nós mesmos; e encontraremos muitos que serão mais capazes do que nós. Qualquer processo de ensinamento, a aprendizagem fica mais fácil onde existe um clima de amizade.

-II-

Devemos oferecer “COMPREENSÃO” aos seus problemas e necessidades, suas carências e limitações, devemos lembrar sempre que se vem no curso é porque querem aprender, já que não sabem tudo, porém, desejam saber. Nossos dirigentes são uma mostra de nossa sociedade. Haverá alguns que obtiveram êxito em sua carreira e demonstraram sua capacidade em diversos campos, mas sobretudo guiando aos demais. Haverá outros que não tenham tido formação profissional porém abriram seus caminhos devido a sua constância e a sua tenacidade. Outras pessoas podem ter fracassado na maioria das empreitas que tenham empreendido, e estes podem ser ricos ou pobres, profissionais ou artesãos, patrões ou empregados.

Nós adestramos pessoas, cada uma é diferente das demais e nossa missão é fazer crescer e desenvolver dentro de sua própria personalidade individual para que possam servir aos jovens. Não procuremos cortar-los com as mesmas tesouras, cada um é diferente do outro. Se temos nozes não esperamos que no final do curso tenhamos maçãs; não teremos maçãs lindas e brilhantes mas ao fim teremos boas nozes.

-III-

O ‘EXEMPLO” é muito importante, e é necessário vivenciar o que pretendemos ensinar aos outros. Se acreditamos em escotismo, vamos vivenciá-lo e assim ensinaremos não somente com palavras e sim com ações, atitudes, forma de atuar , entre outros. Ou seja, ensinaremos com o exemplo. As palavras são levadas pelo vento. Se queremos ter, viva a promessa, vamos vivenciá-la primeiro; se queremos que a irmandade escoteira seja um feito, vamos praticá-la primeiro, não digamos uma coisa e façamos outra.

-IV-

Devemos ser “EFICIENTES”, isto não quer dizer que tenhamos que saber tudo, senão o que quer que seja que façamos devemos faze-lo adequadamente. É preferível dizer “não sei” do que pretender falar ou opinar sobre o que não sabemos, e que os participantes saiam do curso com idéias equivocadas.

-V-

Temos que estar “ATUALIZADOS” em nossos conhecimentos. O Escotismo é um movimento e um movimento está sempre mudando; devemos conhecer o que saiu por último em matéria de programa, as últimas adaptações na estrutura, entre outros detalhes. Não se trata de ver o que é melhor: o de ontem e o de hoje, devemos estar em dia, atualizando-nos através de leituras, diálogos e retrospectivas dos cursos. Não estamos dispostos somente a dar senão também a receber.

-VI-

Os participantes dos cursos são “ADULTOS” e temos que trata-los como tal sempre. Talvez tenhamos que exemplificar algo e lhes pedimos que hajam como lobos ou como...! mas ali consideramos que são adultos atuando como se fossem lobos.

-VII-

Devemos ser “POSITIVOS”. Em um curso não devemos questionar o que tenha sido conversado; um curso é isso, não uma conferencia, que o valido é buscar se atualizar, isso não existente. Temos que deixar os critérios bem claros.

-VIII-

Devemos ser “ENTUSIASTAS”. Pois o entusiasmo de muitos dirigentes se espalha por todo o Escotismo. Tudo se pode perdoar em um escotista formador, menos a falta de entusiasmo, pois quem não tem, transmitirá o pessimismo e muitos antivalores.

-IX-

Devemos ser “LEAIS.” Devemos ser leais com quem trabalhamos, leais para com nosso movimento, leais para com a política a seguir em um dado momento; qualquer palavra contra a lealdade deve ser um verdadeiro escândalo com os participantes dos nossos cursos. O formador em seus cursos ou em qualquer outro evento de adestramento não é quem deve questionar a política, a administração, a organização ou as pessoas. O nosso trabalho como formador é dar suporte, ajudar e apoiar.

-X-

Temos que ter “SENSO DE HUMOR”. O adestramento para ser efetivo, deve ser agradável, temos que eliminar o que nos está chateando, por isso um formador deve saber superar os momentos difíceis que amargam a sua vida. O sentido do humor nos fará rir de nós mesmos e das dificuldades. Nos fará apresentar o adestramento em um ambiente agradável.

-XI-

ESFORÇO” é uma palavra que devemos ter sempre na mente. Esforço para superar cada dia, esforço para dar tudo de forma afetiva, esforço para conhecer cada participante e formá-lo, de tal forma que em adestramento responda as suas necessidades, esforço para se tornar o melhor, e não contentar-se com pouco, esforço para chegar ao cume e não contentar-se com o vale.

-XII-

A “TRADIÇÃO” de um bom servidor, é um bom mestre, é um bom guia. O adestramento é o guardião das tradições, mais esta deve ser ferramenta do escotismo e não seu empecilho. A tradição é o passado que nos impulsiona a servir melhor, a superar-nos, a atualizar-nos. A tradição não deve ser um empecilho, “porque antes se fazia assim” a base para o trabalho com o espírito de ontem ou de hoje é como ela nos pode ajudar hoje, ou melhor no futuro.

Essa é uma reflexão sobre alguns pontos que podem nos ajudar a superar dificuldades como formadores, se o tivermos sempre na mente, a cada dia e sobre tudo quando atuarmos como formadores.

Este ano, tente colocar em prática estes preceitos e vamos melhorar nossos clubes/grupos.

Sempre Alerta para Servir! Maranatha!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

As melhores madeiras brasileiras para fogo – madeiras brazucas

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Por Átila Santos

A algum tempo atrás falamos aqui sobre as melhores madeiras para fogo de origem euroéia, mas agora é a vez das madeiras brasileiras, nada mais justo.

De muita utilidade é o conhecimento das nossas madeiras mais usadas como lenha, no planejamento de um Fogo de Conselho, então segue abaixo uma lista, com as suas principais caraterísticas quanto à qualidade de combustão.

Barbatimão

BARBATIMÃO - Árvore mediana ou pequena, de casca rugosa. Fornece madeira de cerne vermelho, dura, bastante imprópria para fogo. Difícil de incendiar, dá uma chama sem brilho e duradoura.

Braúna

BRAÚNA - Madeira de  lei, de ótima qualidade, quando usada como
lenha dá um fogo avermelhado e com estalos.

Bico-de-pato

BICO-DE-PATO - Madeira especial para lenha, nem muito dura nem
muito rude, fornece fogo brilhante e duradouro, de pouca fumaça.

Canela Prororoca

CANELA POROROCA - (TAPIRIRA) Serve para grandes fogueiras,
fornecendo calor  quando em combustão. Usada como lenha para
locomotivas  a vapor. Candiúba

CANDIÚBA - Fornece madeira clara, macia leve, ótima para fogueiras
não muito grandes, porém , sua lenha é muito fumacenta.

Canúdo-de-pito

CANUDO-DE-PITO - Boa lenha para fogo, de fileira reta e sem nós. Dá
uma chama clara, sem fumaça e duradoura. Exala agradável odor ao
ser queimada.

Garapa

GARAPA - Madeira de cor amarelo claro (creme) que fornece fogo rápido, porém, muito brilhante e aromático. Muito empregada com lenha.

Ipê do Brejo

IPÊ DO BREJO - Bastante usada para lenha, é empregada sempre
para fogos permanentes, por ser de combustão mais ou menos lenta.

Jacaré

JACARÉ (PIPTADENIA COMMUNIS) - é sem dúvida a melhor madeira
brasileira para fogo: fornece combustão lenta, com chama muito clara
e brilhante, é fácil de rachar e produz excelente carvão.

É isso ai…

Sempre Alerta para Servir! Maranatha!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Mãos Talentosas - A História de Ben Carson

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Por Átila Santos

A algum tempo atrás soube através amigos que a TNT iria fazer um seriado sobre a vida e história de Ben Carson, que logo depois vi que era um filme que seria lançado diretamente para TV e DVD. Mas primeiramente quem é esse cara para que mereça tanta atenção de uma emissora como a TNT?

giftedhandsposter O Dr. Benjamin S. Carson – MD, ou como todos o conhecem, Ben Carson, hoje um jovem senhor de 58 anos, é um dos mais famosos neurocirurgiões do mundo e diretor de Neurocirurgia Pediátrica no Hospital Johns Hopkins.

Carson alcançou renome mundial em 1987, por seu desempenho na bem-sucedida separação de dois gêmeos siameses, unidos pela parte posterior da cabeça, numa operação complexa e delicada que exigiu cinco meses de preparativos e vinte e duas horas de cirurgia.

Ah! Ben e sua família é adventista do sétimo dia (igreja a qual pertenço e o clube de desbravadores).

Agora depois de saber quem é, vamos ao filme.


Cuba Gooding Jr. junto ao Dr. Carson 

O filmes, dirigido por Thomas Carter, e estrelado pelo ator Cuba Gooding Jr. no papel do Dr. Benjamin S. Carson, o filme tem o título “Mãos talentosas: A história de Ben Carson” (Gifted Hands: The Ben Carson Story) que como o título diz, conta a história do neurocirurgião norte-americano. Título este, o mesmo utilizado num vídeo documentário sobre a vida de Carson em 1992 que foi lançado pela Zondervan.

Kimberly Elise, que ganhou duas vezes o Prêmio Imagem da NAACP, apresenta o personagem de Sonya Carson, a mãe do médico; e Aunjanue Ellis parece como Cindy, a esposa de Carson.

 
Livro relançado em que gerou o filme e a primeira versão do livro

O filme foi baseado na biografia de Ben Carson, e conta a história desde que o médico era criança, um menino frustrado; mas que alcançou o posto de diretor de Neurocirurgia Pediátrica do Centro infantil do Hospital John Hopkins.

Trailer preparado pelo ministério jovem para o filme

Ben era um menino pobre de Detroit, desmotivado, que tirava péssimas notas na escola, mas com o empenho de sua mãe ao lhe incentivar a ler mais, ele se torna o estudante destaque da turma da oitava série, sendo depois o terceiro na sua classe do ensino médio. Com trabalho duro e um grande desejo, ele recebeu uma bolsa de estudos para Yale University, onde passa nos exames, e ingressa na escola médica.

Sua história, profundamente humana, descreve o papel vital que a mãe, uma senhora de pouca cultura, mas muito inteligente, desempenhou na metamorfose do filho, de menino de rua a um dos mais respeitados neurocirurgiões do mundo.

 
Outros três livros escritos por Ben Carson

Além do livro acima, Carson escreveu outros três livros que são, “Sonhe Alto” – Think Big, “A Grande Visão” - The Big Picture e o último “Corra o Risco: Aprendendo a Identificar, Escolher e Viver Sob Risco Aceitável” – Take the Risk - learning to identify, choose, and live with acceptable risk, onde este último ainda não foi lançado em português ainda, mas os outros você pode encontrar na Casa Publicadora Brasileira.

 
Medalha Presidencial da Liberdade

Em junho de 2008, Carson foi condecorado com a Medalha Presidencial da Liberdade em 2008 das mãos do ex-presidente americano George W. Bush, em agradecimento pelas contribuições para a medicina.

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Ben Carson e Anthony Fauci aguardando o recebimento da medalha

Veja algumas imagens do filme abaixo:

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Se está difícil de encontrar o filme, baixe aqui Link 01 | Link 02 | Link 03.

Este é um incrível e belíssimo exemplo de como a perceverança e o enpenho recompensam. Um ótimo filme para ser ver com a patrulha/unidade ou o grupo/clube juntos.

Ficha técnica
Título no Brasil:
Mãos Talentosas – A história de Ben Carson
Título Original: Gifted Hands The ben Carson Story
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 90 minutos
Direção: Thomas Carter
Roteiro: John Pielmeier

Sempre Alerta para Servir! Maranatha!

 
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